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Abreviação inglesa de Objetivos de Controle para
Tecnologia da Informação e tecnologias relacionadas, o
COBIT é um conjunto de publicações que auxiliam em
Governança da TI.
Ok, mas, o que é Governança? Imagine-se tendo que
dirigir um país, você teria diversas atribuições como
chefe da nação, objetivos a serem atingidos, verificar o
andamento de seus projetos, gerenciar centenas de
subordinados, dar transparência à população sobre o que
está sendo realizado, enfim, todos sabemos como é
complicado ter êxito nesta tarefa. Então, faz sentido,
ter uma metodologia (forma) para governar. Isto é o
Cobit, uma forma de governar. Ele diz o que deve ser
observado para que haja êxito no exercício desta árdua
tarefa, lembramos-nos porém, que o Cobit se restringe à
área de Tecnologia da informação. Então, sua função é
ajudar os profissionais da TI a controlar todos os
processos desta área, a fim, de atingir objetivos de
negócio.
Outro ponto interessante no Cobit, é que ele permite a
comparação entre empresas. Digo, nele existe uma régua
de maturidade, que vai de zero a cinco, onde é possível
por exemplo, avaliar o processo de gerenciamento de
projetos, e concluir que este se encontra no nível 3
(ver quadro ao lado) de maturidade. Assim, com esta
régua definida, fica mais fácil a comparação e definição
de objetivos.
Entendemos então, que o Cobit, é uma melhor prática de
governança e serve para nos auxiliar a governar a área
de TI, propiciando controle, alinhamento com as área de
negócios, comparação e transparência, com a finalidade
de atingir os objetivos traçados pelas corporações.

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As placas de
trânsito são essenciais para manter um mínimo de organização e além
disso mostram caminhos alternativos quando necessário. O Cobit funciona
assim, indicando os melhores caminhos a serem seguidos pelas empresas
para seu melhor funcionamento.

Durante
a execução de um projeto deste nível, as empresas definem equipes
preparadas para identificar quaisquer pontos dos processos e avaliar quais
os procedimentos, políticas ou quaisquer outras documentações formais
necessitarão ser elaboradas para que haja integração total.

A elaboração dos processos e procedimentos e sua documentação com base nos
Objetivos de Controle definidos pelo Cobit garantirá a conformidade, assim
como a agilidade e facilidade de demonstração dos controles internos nos
processos de auditoria externa, sejam eles gerais ou direcionados ao
atendimento da Lei Sarbanes-Oxley (aprovada
em 2002 após uma seqüência de escândalos financeiros que abalou
os Estados Unidos, a Lei Sarbanes-Oxley estabelece uma série de regras
para a governança corporativa sobre a divulgação e emissão de relatórios
financeiros. O objetivo é adotar medidas que aumentam a responsabilidade
dos executivos, presidentes e diretores.)
Elber Ribeiro |