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A condução simultânea de projetos em larga escala requer
uma estrutura de coordenação voltada à gestão integrada
dos fatores críticos que a execução desses projetos
envolve. Exige dedicação dos responsáveis por suas
atividades, assim como uma estrutura apropriada de
suporte. A ausência de um sistema de medição de
performance das atividades na empresa aponta para a
necessidade de se instituir indicadores, como ponto de
partida para um processo mais elaborado. Um sistema de
medição de performance possibilita uma série de análises
que abordam a estratégia de uma área ou empresa, a
criação de valor e os principais processos produtivos,
resultando em ações de curto, médio e longo prazos. O
acompanhamento de projetos em alto nível é a principal
atividade do PMO, da qual derivam as demais atribuições
e responsabilidades.
Reuniões periódicas são práticas fundamentais na
condução das atividades do PMO, que exerce o papel de
facilitador e catalisador das ações delas decorrentes.
Os processos são desenvolvidos visando dar agilidade às
ações a serem sistematicamente tomadas no dia-a-dia.
O PMO na organização traz uma série de benefícios à
gestão de projetos e à área como um todo:
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A informação pode ser obtida e disseminada entre os
projetos e unidades de negócio, auxiliando na
comunicação;
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Clientes recebem informações numa forma comum para
melhorar o padrão de comunicação;
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Gerentes de programas e projetos recebem suporte enquanto continuam
a aprender e a crescer dentro de seu ramo de atuação, resultando em
um gerenciamento de projetos mais eficiente e efetivo por parte da
organização;
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A gerência é apta a priorizar o trabalho baseado em informações
disponibilizadas para todos os interessados, resultando na correta
alocação dos recursos entre os projetos;
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A gerência é capaz de focar seu esforço em projetos que requerem
maior intervenção e são mais importantes para a organização;
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Riscos e problemas são identificados mais rapidamente e podem ser
resolvidos de forma mais eficiente.
Quando os Projetos começam sem um objetivo claro e entendido por todos,
as conseqüências são retrabalho para ajustar o escopo, atrasos no
cronograma, cancelamento de projetos, custos acima do orçamento,
insatisfação do cliente e conflitos com os envolvidos.
Adicionalmente, existe o cenário de constantes mudanças, que são
necessárias e inevitáveis em conseqüência dos negócios, das tecnologias,
dos concorrentes, dos anseios e ansiedades do solicitante do projeto.
Quando não existe o controle do processo de mudanças surgem os desvios
incontroláveis, que provocam resultado muito diferente do acordado e do
esperado por todos.
Empresas bem estruturadas, possuem áreas de PMO, onde são aplicados os processos
baseados nos conceitos de conhecimento em gerênciamento de projetos do
PMI. A estrutura em questão permite à organização desenvolver os
projetos internos e principalmente externos, utilizando como base o
conhecimento que adquiriu com a experiência de muitos anos de mercado
associado ao conhecimento divulgado pelo PMI.
Roseli Rondina e
Mauro Telaroli
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